


Na fria sexta-feira de 15 de maio, sai de casa com 2 missões para a noite que prometia. Uma delas era conferir o show do Wander Wildner, que acompanhado de seu fiel escudeiro Jimi Joe, se apoderou do palco do Butecco Music Bar aqui em Venâncio Aires. A outra era resolver uma tarefa um tanto estranha em meio a um show de rock, a pedido de minha mãe tinha de conseguir com o Wander (meu primo), o novo número de telefone da mãe dele, a Tia Judith. Incrível isso, hein! Mas tudo bem, vamos lá, gosto de adversidades… O público um pouco diferente do habitual compareceu em bom número para prestigiar suas guitarradas e mesmo não conseguindo ser alegre o tempo inteiro – como sugere o título de uma de suas músicas - tocou empolgado várias de suas canções inesperadas sem dar muito arrego para chatos de plantão e seus insistentes pedidos de covers (báh! Gostei muito disso – êta costume chato ficar pedindo músicas). Em alguns intervalos, entre as músicas, um Wander emocionado aproveitou para contar algumas histórias engraçadas da sua infância em Venâncio Aires (sim, ele é natural daqui mesmo), mencionando locais, parentes e outras pessoas conhecidas da época. Ao fim do show e de algumas cervejas com os amigos, me ocorre que tenho ainda uma segunda e importante tarefa por resolver: e o telefone da Tia Judith!? Tento me aproximar daquele burburinho que rola sempre ao final de shows, onde uma galera quer bater papo ou pegar um autógrafo com o artista, mas não dá, tenho mesmo de esperar. Depois de liberado dessa função consigo finalmente dar um forte abraço e ter uma boa conversa com o Wander, aproveito o calor da hora e lá vai, tasco o tal pedido/encomenda de minha mãe – e o telefone da Tia Judith? Para minha surpresa, ele para tudo, pede um tempo para outras pessoas que já o cercavam novamente e sem hesitar vai até o palco e da sua mochila saca o celular para me passar o desejado número de telefone. Feito! Consegui cumprir a minha segunda missão na noite, que para falar a verdade achei que não seria fácil. Sabe de uma coisa, o cara pode ser famoso, rocker e o escambau, mas bastou tocar em assunto de família que tudo muda de figura, passa a ser prioridade. Com assunto de família não brinca…rsrsrs.
Wander valeu, mais essa! O show, nossa conversa e a breve lição.
*Ah! E minha mãe a essa altura do championship, imagino que já deve ter colocado a conversa e as fofocas em dia com a Tia Judith.
Para conferir mais sobre Wander Wildner:
http://www.wanderwildner.com.br/home.html
sandoval wildner
Muito boa a história, Sandoval!
Em breve, a Diana também estará contando no nosso blog as suas aventuras no show. Sem falar, que o Wander será o fera do próximo dia 26!
Abraço!
êpa! Valeu!!!!
Vamos aguardar então.
flw
Que massa isso. E não sabia que ele era teu primo. Agora tudo faz sentido, porque eu sempre achei muito estranho o teu nome artístico.
É verdade Rodrigo, é meu primo mesmo. Ele nasceu aqui em Venâncio Aires e ainda pequeno, a família dele foi de muda para Taquari e depois POA e o resto desta história tu já deve saber…
gostaria da seguinte informação: alguém está organizando a arvore da familia WILDNER, desde já agradeço;
E não é que vcs se parecem?!
Olá!
Disperto-me um interesse em pesquisar sobre família, Wildner é o sobre-nome de minha Mãe.
Filha de Ivan Wildner Neto e de Cecília Wildner. Residiram em Ijuí e Tenente Portela, depois foram pro estado do paraná onde permanessem a maioria.
Desculpas! Pode ser apenas mero acaso. Mas…!